Os principais índices em Nova York tiveram altas consistentes na última sessão, impulsionados pela expectativa em torno do relatório de empregos dos Estados Unidos, conhecido como payroll. Investidores aguardam os dados para avaliar o cenário do mercado de trabalho e possíveis movimentos do Federal Reserve em relação à política monetária.
O Dow Jones apresentou valorização de 0,76%, atingindo 45.616,37 pontos, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq registraram altas de 0,83% e 0,98%, respectivamente.
No mercado de DIs, os juros futuros encerraram a última sessão com quedas em toda a curva. Entre os destaques, a taxa DI1F2614 fechou em 14,885 (-0,005 ponto percentual), seguida por outros vencimentos que também apresentaram reduções.
O dólar comercial encerrou o dia anterior com uma desvalorização de 0,09% em relação ao real. Enquanto isso, o índice DXY, que mede o desempenho da moeda norte-americana em comparação com outras divisas globais, teve uma valorização de 0,14%, chegando a 98,28 pontos.
Na cotação final, a moeda foi vendida a R$ 5,447, com variação entre R$ 5,442 (mínima) e R$ 5,472 (máxima).
No mercado de ações brasileiro, alguns papéis se destacaram pelas maiores baixas e altas. Entre as maiores baixas, as ações da BRAV3, WEGE3 e PCAR3 apresentaram quedas significativas, enquanto YDUQ3, COGN3 e CSAN3 se destacaram com maiores altas.
O Ibovespa encerrou o último pregão com alta de 0,81%, alcançando 140.993,25 pontos. Ao longo da semana, o índice teve variações negativas nos primeiros dias, mas fechou com um saldo positivo de 0,30%. No acumulado de setembro e do terceiro trimestre de 2025, o IBOV apresentou desempenho positivo, além de registrar ganhos de 17,22% no ano.
Durante o dia de negociações, o volume movimentado na bolsa foi de R$ 18,20 bilhões, destacando a atividade do mercado acionário.
O cenário financeiro internacional continua refletindo a cautela dos investidores em relação aos dados econômicos, especialmente os relacionados ao mercado de trabalho nos Estados Unidos. A expectativa em torno do payroll e a possibilidade de cortes de juros pelo Federal Reserve mantêm a atenção dos mercados, influenciando as movimentações nos índices acionários, nos juros futuros e no câmbio. Ainda assim, o Ibovespa demonstrou força e encerrou o último pregão em território positivo, com uma tendência de recuperação após as oscilações observadas ao longo da semana. A evolução do índice e os volumes negociados sinalizam um cenário de movimentação ativa no mercado de ações no Brasil.
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