Na última sessão, os principais índices de Nova York encerraram o dia com ganhos, impulsionados pela expectativa de uma breve duração do shutdown do governo dos EUA. O S&P 500 chegou a alcançar um novo recorde, refletindo a percepção dos investidores de que a situação pode ser resolvida rapidamente, minimizando impactos na economia americana. Brian Mulberry, da Zacks Investment Management, observou que a paralisação parece seguir um curso previsível, com ambas as partes ainda distantes de um acordo orçamentário de longo prazo.
O Ibovespa fechou a última sessão em queda de 1,08%, aos 143.949,64 pontos. O índice oscilou entre a máxima de 145.620,60 e a mínima de 143.635,05 pontos, apresentando uma variação negativa de -1.567,71 pontos em relação à abertura. O volume negociado atingiu R$ 20,10 bilhões. Na última semana, o índice acumulou uma baixa de 1,03%, enquanto no mês de outubro e no quarto trimestre de 2025 a queda foi de 1,56%. No acumulado do ano, o Ibovespa apresenta uma valorização de 19,68%.
O dólar comercial encerrou a sessão com uma alta de 0,20%, mantendo a tendência de valorização em relação ao real pelo terceiro dia seguido. Esse movimento acompanhou a valorização da moeda americana em relação a outras divisas internacionais, com o índice DXY subindo 0,15%, fechando em 97,85 pontos. No mercado nacional, a cotação do dólar teve os seguintes valores: Venda a R$ 5,339, Compra a R$ 5,339, Mínima a R$ 5,308 e Máxima a R$ 5,373.
Os índices futuros dos EUA registraram avanços, impulsionados pelos ganhos nas ações de tecnologia, mesmo diante do contexto de shutdown do governo. O Dow Jones teve uma valorização de 0,17%, encerrando em 46.520,15 pontos. O S&P 500 apresentou um ganho de 0,06%, fechando em 6.715,38 pontos, enquanto o Nasdaq teve alta de 0,39%, atingindo 22.844,05 pontos. Esse cenário reflete a confiança dos investidores no setor de tecnologia, mesmo em meio à instabilidade política nos EUA.
Os juros futuros encerraram a última sessão com altas em toda a curva. As taxas apresentaram as seguintes variações: DI1F26 em 14,897%, sem variação; DI1F27 em 14,090%, com aumento de 0,040 pontos percentuais; DI1F28 em 13,465%, com elevação de 0,090 pontos percentuais; DI1F29 em 13,390%, subindo 0,135 pontos percentuais; DI1F31 em 13,595%, com alta de 0,155 pontos percentuais; DI1F32 em 13,670%, com acréscimo de 0,145 pontos percentuais; DI1F33 e DI1F35 em 13,670% e 13,660% respectivamente, com aumentos de 0,135% e 0,150%.
Na última sessão, as ações que apresentaram os maiores destaques foram: maiores baixas, com PCAR3 em -6,92%, EMBR3 em -5,82%, AZZA3 em -5,14%, MGLU3 em -4,58% e COGN3 em -4,53%; maiores altas, com POMO4 em 1,62%, GGBR4 em 1,24%, GOAU4 em 1,03%, RAIL3 em 1,02% e WEGE3 em 0,95%; e mais negociadas, com BBAS3, VALE3, ITUB4, PETR4 e BBDC4 liderando o ranking de negociações.
Em resumo, o cenário financeiro internacional segue marcado por oscilações nos principais mercados, influenciado pela situação política nos EUA e pela volatilidade do dólar em relação às demais moedas. Os investidores mantêm a cautela diante das incertezas, especialmente em relação à duração do shutdown do governo americano e aos impactos na economia global. Acompanhar de perto esses movimentos e as decisões dos órgãos reguladores se mostra crucial para os agentes do mercado financeiro.
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