Nesta quarta-feira (10), a Suzano (SUZB3) se destaca com a projeção de investimento de R$ 10,9 bilhões para o próximo ano. A empresa mantém a expectativa de desembolsar R$ 13,3 bilhões em 2025, segundo comunicado oficial. A maior parte desse valor, R$ 7,3 bilhões, será destinada à manutenção de instalações. A empresa também estima investir R$ 2,6 bilhões em terras e florestas e R$ 800 milhões em projetos de expansão e modernização.
O Conselho de Administração da Ambev (ABEV3) aprovou o pagamento de um dividendo adicional no valor de R$ 1,8 bilhão. Além disso, a maior cervejaria da América Latina anunciou o pagamento de R$ 4,2 bilhões em juros sobre capital próprio, a ser realizado em 2026. Com isso, a empresa totaliza R$ 17,4 bilhões declarados em 2025.
A Trisul (TRIS3) aprovou nesta terça-feira (9) um aumento de capital social no valor de R$ 476 milhões. Isso acontecerá mediante a capitalização de parte do saldo da reserva de lucros, com a emissão de 56.000.000 novas ações ordinárias, que serão distribuídas como bonificação.
O Conselho da Telefônica (VIVT3) aprovou a redução de capital em R$ 4 bilhões e a restituição aos acionistas, movimento que merece destaque no radar corporativo desta quarta-feira.
A Motiva (MOTV3) divulgou um crescimento de 2,7% no fluxo de veículos em rodovias operadas pela companhia em novembro, na comparação com o mesmo período do ano passado. Já o transporte de passageiros por trilhos teve um incremento de 0,9% no mesmo intervalo.
O Conselho de Administração da Tenda (TEND3) aprovou um programa de recompra de até 2 milhões de ações ordinárias. Essas ações serão utilizadas para cumprir obrigações perante os beneficiários do Programa de Incentivo de Longo Prazo com Ações, aprovado em Assembleia Geral Extraordinária em 2018.
A Petrobras prevê atender 100% da demanda de Sustainable Aviation Fuels (SAF) no Brasil com produto coprocessado até 2029, seguindo um movimento em direção à sustentabilidade no setor de aviação.
A Hypera (HYPE3) teve seu Conselho de Administração aprovando a 21ª emissão de debêntures não conversíveis em ações, no valor de até R$ 1,25 bilhão. Essa emissão será direcionada para distribuição pública e visa fortalecer a estrutura financeira da empresa.
Com uma série de aprovações e perspectivas de investimento, diversas empresas do mercado financeiro apresentam movimentações relevantes nesta quarta-feira. Os investidores atentos buscam entender o impacto dessas decisões nos negócios e no desempenho das ações no curto e médio prazo.
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