Nesta sexta-feira (12), as ações dos grandes bancos apresentaram alta acelerada na B3. O destaque foi para o Banco do Brasil, que registrou ganhos acima de 1% durante o pregão.
Segundo o economista-chefe e estrategista de investimentos da Forum Investimentos, Bruno Perri, a reversão da aplicação da Lei Magnitsky em relação ao ministro Alexandre de Moraes e sua esposa foi um dos fatores que impulsionaram o mercado.
Antes do comunicado do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, o Banco do Brasil (BBAS3) estava com alta de cerca de 0,5%. Após a notícia, as ações chegaram a subir em torno de 1,5%, por volta das 15h (horário de Brasília).
Em julho, os Estados Unidos haviam sancionado o ministro Alexandre de Moraes com base na Lei Magnitsky Global. A acusação era de uso dos tribunais como armas, autorização de detenções arbitrárias e supressão da liberdade de expressão. Moraes foi relator do processo no STF contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Com a retirada de Moraes da lista da Lei Magnitsky, o setor bancário brasileiro viu uma melhora em seu desempenho na Bolsa de Valores, principalmente devido à possibilidade de escalada das sanções para as instituições financeiras.
Antes do anúncio da reversão da Lei Magnitsky, os papéis dos principais bancos brasileiros estavam operando com ganhos modestos, em torno de 0,5%. Após a divulgação da notícia, as altas foram impulsionadas: às 15h15, o Bradesco (BBDC4) apresentava elevação de 1,02%, o Banco do Brasil (BBAS3) de 1,58%, e o BTG Pactual (BPAC11) de 1,15%.
O Índice Financeiro (IFNC), que reúne ações de 20 instituições financeiras, também registrou avanço, atingindo 0,96% no mesmo horário, chegando a 17.433 pontos.
A retirada da aplicação da Lei Magnitsky em relação a Alexandre de Moraes trouxe alívio ao mercado financeiro, que reagiu positivamente à notícia, refletindo nas altas das ações dos bancos na B3.
A repercussão da reversão da Lei Magnitsky em relação ao ministro Alexandre de Moraes refletiu diretamente no desempenho das ações dos bancos brasileiros. Com a retirada das sanções, os investidores demonstraram confiança no setor financeiro, impulsionando os ganhos no pregão da Bolsa de Valores.
A melhora no cenário econômico e a expectativa de estabilidade para as instituições financeiras contribuíram para o crescimento das ações, evidenciando a sensibilidade do mercado a questões políticas e regulatórias.
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