As ações do Banco do Brasil (BBAS3) enfrentaram um período de volatilidade em 2025, após atingirem o topo histórico em maio. Desde então, o ativo perdeu força, chegando à mínima do ano em R$ 18,12, mas apresentou sinais de recuperação nas últimas semanas.
Em setembro, os papéis acumulam alta de 3,46%, o que poderá marcar o segundo mês consecutivo de valorização. No entanto, no acumulado do ano, ainda registram queda de 5,07%, influenciados pela pressão vendedora pós-pico histórico.
O Citi elevou a recomendação das ações para compra, revisando o preço-alvo de R$ 22 para R$ 29, com potencial de valorização de 33%. O banco acredita que medidas governamentais, como os R$ 12 bilhões liberados para renegociação de dívidas rurais, podem reduzir o custo de risco e fortalecer o capital até 2026.
No curto prazo, a recuperação a partir da mínima em R$ 18,12 trouxe de volta a força compradora ao ativo. A superação da resistência em R$ 22,59 poderá confirmar a formação de uma bandeira de alta, indicando possíveis alvos em R$ 24,05 e R$ 25,60, consolidando a retomada da tendência de alta.
Por outro lado, a não superação da resistência poderá levar o ativo a uma correção, com suportes em R$ 21,35, R$ 20,71 e R$ 19,02, podendo chegar à mínima anual em R$ 18,12. A análise do IFR indica o ativo em terreno neutro, com possibilidade de movimentos tanto de alta quanto de baixa.
No médio prazo, após a forte queda do topo histórico, o papel voltou a negociar acima das médias de 9 e 21 períodos, sinalizando força compradora. Caso a resistência em R$ 22,59 seja superada, o ativo poderá buscar novos patamares, podendo até retestar o recorde em R$ 29,57.
No entanto, a análise também alerta para possíveis riscos, como a perda da média de 200 períodos em R$ 20,17, o que poderia inverter o viés, levando a ação a novos suportes em R$ 18,12 e R$ 17,77, com possibilidade de queda ainda maior.
Com base no fechamento mais recente em R$ 22,13, as ações do Banco do Brasil contam com diversos suportes e resistências tanto de curto quanto de médio prazo, que influenciarão os movimentos futuros do ativo.
O retorno da força compradora, as projeções de valorização e os possíveis riscos destacados na análise técnica refletem a atual situação das ações do Banco do Brasil (BBAS3) no mercado, onde a volatilidade e fatores internos e externos influenciam diretamente no desempenho do papel.
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