Ações do Banco do Brasil (BBAS3) despencam com resultado do terceiro trimestre de 2025 e sinal de alerta aparece no gráfico

Lucro do Banco do Brasil (BBAS3) cai 60% no 3º trimestre de 2025

No terceiro trimestre de 2025, o Banco do Brasil (BBAS3) apresentou um lucro líquido ajustado de R$ 3,785 bilhões, patamar estável em relação ao trimestre anterior, porém 60% menor se comparado ao mesmo período do ano anterior. A queda foi uma das mais significativas entre os grandes bancos, com o lucro contábil recuando 66% para R$ 3,02 bilhões. Além disso, houve uma diminuição no Return on Equity (ROE), que passou de 21,1% para 8,4%, refletindo uma maior pressão operacional.

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Carteira de crédito do Banco do Brasil cresce, porém inadimplência preocupa

Apesar do resultado financeiro menos expressivo, o Banco do Brasil conseguiu ampliar sua carteira de crédito em 7,5%, atingindo o montante de R$ 1,27 trilhão, com avanços de 10,4% tanto em pessoa física quanto jurídica. Entretanto, a inadimplência acima de 90 dias subiu para 4,2%, sinalizando uma piora na qualidade dos empréstimos. A margem financeira bruta teve um leve aumento de 1,9%, alcançando R$ 26,36 bilhões.

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Repercussão no mercado: BBAS3 tem queda de 2,85%

No mercado, as ações do Banco do Brasil (BBAS3) reagiram com maior volatilidade após os resultados do terceiro trimestre. Na última sessão, o papel teve uma queda de 2,85%, fechando em R$ 22,80 e interrompendo a tendência de recuperação observada nas semanas anteriores. Apesar disso, o ativo acumula alta de 4,11% em novembro, ainda com queda de 2,20% no ano de 2025. Com o balanço sendo analisado e o ativo testando regiões técnicas importantes, os investidores precisam manter atenção redobrada.

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Análise técnica: BBAS3 enfrenta resistência em R$ 23,62

Na análise técnica das ações do Banco do Brasil (BBAS3), é observado que o papel ainda mantém uma estrutura de recuperação iniciada no fundo anual de R$ 18,12, que impulsionou o ativo a superar resistências significativas. No entanto, ao atingir a média móvel de 200 períodos em R$ 23,62, o ativo encontrou uma barreira, indicando uma possível resistência crítica para a continuidade do movimento de alta. A queda de 2,85% após atingir essa média reforça a ideia de perda de fôlego no curto prazo.

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Perspectivas: recuperação sólida ou correção adicional?

Para confirmar a estrutura de recuperação no médio prazo, o Banco do Brasil precisa se manter acima das médias móveis semanais e superar resistências em R$ 22,92, R$ 23,59, R$ 26,33 e a máxima histórica de R$ 29,57. Caso o cenário mostre força nesses níveis, há espaço para uma retomada mais sólida. Por outro lado, uma intensificação da pressão vendedora pode levar o ativo a testar suportes em R$ 21,81, R$ 20,53 e R$ 20,00, com possibilidade de retornar à região de R$ 18,12 em caso de perdas mais amplas.

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Conclusão

Com base nos dados apresentados, o Banco do Brasil enfrenta desafios em relação ao seu desempenho financeiro no terceiro trimestre de 2025. Os investidores estão atentos aos resultados e ao comportamento das ações (BBAS3) no mercado, especialmente diante da volatilidade recente e das perspectivas de recuperação ou correção do papel. A análise técnica destaca pontos críticos de resistência e suporte que podem influenciar os movimentos futuros da ação.

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