No cenário de um dia positivo para o Ibovespa, as petroleiras enfrentaram perdas significativas. A Brava Energia (BRAV3) liderava as quedas, com recuo de 3,48%, seguida pela Petrobras ON (PETR3) com queda de 2,26%. A PRIO (PRIO3) também apresentou desvalorização de 2,14%, enquanto a Petrobras PN (PETR4) registrou queda de 1,64%.
Essas movimentações ocorreram em meio à terceira queda consecutiva do preço do petróleo na sexta-feira, indicando uma possível perda semanal pela primeira vez em três semanas. A expectativa de um aumento da oferta e os estoques de petróleo bruto dos EUA, que surpreenderam com um aumento, contribuíram para a baixa.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para outubro encerrou em queda de 2,53%, a US$ 61,87 o barril. Enquanto o Brent para novembro, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), recuou 2,22%, a US$ 65,50 o barril. Na semana, WTI e Brent cederam 3,34% e 2,93%, respectivamente.
A perspectiva de que a OPEP+ considerará aumentar a produção em sua reunião de domingo também influenciou o mercado. Esse possível aumento de produção poderia desfazer cortes anteriores e gerar um excedente de oferta, impactando os preços do petróleo.
Mesmo com a possibilidade de aumento da oferta, os riscos de interrupções no fornecimento continuam a sustentar o mercado. A fala do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre a compra de petróleo russo pela Europa e a chance de sanções contra a Rússia são elementos que podem impactar os preços globais do petróleo.
Portanto, as oscilações no mercado de petróleo têm reflexos diretos nas empresas do setor, como Petrobras, Brava Energia e PRIO, que enfrentaram quedas em um dia de ânimo positivo para o mercado em geral. O cenário de expectativas em torno da produção de petróleo e das questões geopolíticas continua a influenciar o comportamento dessas ações no curto prazo.
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