Ações da Light despencam após resultados desanimadores no segundo trimestre; UBS BB projeta queda de 45% e mantém recomendação de venda

Ações da Light (LIGT3) despencam mais de 13% após 2T decepcionante

Após um segundo trimestre aquém das expectativas, as ações da Light (LIGT3) registraram queda de mais de 13% nesta quarta-feira (13), atingindo R$ 6,23 às 14h13 (horário de Brasília).

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A distribuidora de energia do Rio de Janeiro reportou um prejuízo líquido de R$ 51 milhões no segundo trimestre de 2025, em contraste com a previsão de lucro líquido de R$ 276 milhões pelo mercado.

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No acumulado do ano até junho, a Light reverteu um prejuízo de R$ 409 milhões em 2024, atingindo um lucro líquido de R$ 368 milhões.

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Resultados do segundo trimestre e projeções futuras

No segundo trimestre, o Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Ebitda) da Light totalizou R$ 329 milhões, representando uma queda de 58,2% em relação ao ano anterior. O Ebitda ajustado da empresa no primeiro semestre de 2025 foi de R$ 908 milhões, 16,3% menor que no mesmo período do ano passado.

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A receita líquida do segundo trimestre foi de R$ 3,456 bilhões, o que indica uma queda de 7,1% em comparação com 2024. Já nos seis primeiros meses do ano, a receita da companhia aumentou 22%, totalizando R$ 7,199 bilhões.

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Perspectivas e recomendação do UBS BB

Com uma dívida líquida de R$ 6,461 bilhões ao final de junho, a Light registrou uma redução de 32,7% em relação ao mesmo período de 2024. As perdas não técnicas se mantiveram estáveis, enquanto o resultado financeiro líquido melhorou consideravelmente em comparação com o ano anterior.

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Diante deste cenário, os analistas do UBS BB recomendam a venda das ações da Light, com um preço-alvo de R$ 4. Este valor representa uma redução de 45% em relação ao fechamento da véspera, que foi de R$ 7,30.

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Conclusão e projeções futuras

Para o restante de 2025, os analistas esperam que a Light concentre seus esforços na renovação de sua concessão de distribuição de energia. Porém, apontam que a empresa enfrenta um cenário crítico, com desafios operacionais, passivos financeiros relevantes e incertezas regulatórias que podem impactar a concessão da empresa em 2026.

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Diante desse contexto, a recomendação de venda da UBS BB reflete a preocupação com a situação da Light e projeta um futuro desafiador para a companhia.

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