O Bradesco BBI recomenda a compra de ações na América Latina, especialmente no Brasil, devido à opcionalidade política e ao ciclo de juros favorável. Mesmo com o bom desempenho inicial do MSCI América Latina em 2026, o banco acredita que ainda há espaço para crescimento na região este ano.
Os vetores domésticos, como as eleições em países como Peru, Colômbia e Brasil, os cortes de juros no Brasil e as reformas estruturais em países como Chile, Argentina e México, são apontados como impulsionadores desse cenário favorável.
Segundo o BBI, fatores como a recuperação dos lucros, ganhos adicionais de valuation e de câmbio devem influenciar a performance dos ativos na região.
1. **Rotação para emergentes**: Investidores mostram interesse crescente em mercados emergentes, com entrada de recursos significativa em ETFs de emergentes. O Bradesco BBI vê esse movimento como sustentável, destacando o tamanho relativo pequeno dos emergentes e a necessidade de mitigação de risco.
2. **Rotação setorial**: Setores como commodities e energia lideram o desempenho, enquanto vencedores de 2025, como utilities e saúde, apresentam desempenho inferior.
3. **Peso dos fatores domésticos e do ciclo de juros**: Eventos domésticos, como eleições e reformas, ganham destaque em 2026, com ênfase no Brasil devido ao ciclo de cortes de juros e às eleições presidenciais.
4. **Colômbia**: Destaque para a alta do MSCI Colômbia, impulsionado pela melhora nas pesquisas eleitorais e pela transição na Venezuela. Porém, o BBI recomenda cautela devido a incertezas eleitorais e valuations elevados.
5. **Peru e Chile**: Ambos se destacam globalmente, impulsionados pela alta dos metais. O Chile é visto positivamente pelo banco, com expectativa de crescimento e valuations atraentes.
6. **Moedas latinas**: As moedas da América Latina têm bom desempenho no início de 2026, lideradas por Colômbia, Chile, Brasil e México. A melhora dos termos de troca, a rotação de portfólios e carregamentos atrativos impulsionam esse cenário.
Em resumo, o Bradesco BBI aponta para um cenário positivo na América Latina em 2026, com destaque para o Brasil, Chile e Colômbia, impulsionados por fatores domésticos e globais que devem influenciar o desempenho dos mercados na região.
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