Simule em segundos quanto seu dinheiro pode render ao longo do tempo.
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Aviso: esta é uma simulação com fins educativos. Ela não considera impostos, taxas, inflação nem variações de rentabilidade, e rentabilidade passada ou projetada não garante resultado futuro.
Nos juros compostos, o rendimento de cada período é somado ao capital e passa a render também no período seguinte. É o famoso "juros sobre juros". Por isso, o crescimento do patrimônio acelera com o tempo: no começo a curva parece lenta, mas nos últimos anos os juros do mês podem superar o próprio aporte.
Nos juros simples, ao contrário, a taxa incide sempre sobre o valor inicial, e o crescimento é uma reta. A maior parte dos investimentos de renda fixa e da renda variável de longo prazo se comporta como juros compostos.
A calculadora repete o cálculo mês a mês: aplica a taxa mensal sobre o saldo e, em seguida, soma o aporte. Para aportes mensais constantes, o resultado equivale à fórmula:
M = C × (1 + i)ⁿ + A × [((1 + i)ⁿ − 1) ÷ i]Se você informa a taxa ao ano, ela é convertida para a taxa mensal equivalente, e não simplesmente dividida por 12. Uma taxa de 12% ao ano, por exemplo, equivale a cerca de 0,95% ao mês.
Com um valor inicial de R$ 1.000, aportes de R$ 200 por mês, taxa de 12% ao ano e prazo de 10 anos, você investe R$ 25.000 ao todo. O montante final chega a cerca de R$ 47.491,86, ou seja, R$ 22.491,86 vêm apenas dos juros. Quase metade do patrimônio final (47%) foi construída pelo rendimento, e não pelo seu bolso.
Uma regra prática para estimar o efeito do tempo é a "regra dos 72": divida 72 pela taxa anual para ter uma ideia de em quantos anos o dinheiro dobra. A 12% ao ano, são cerca de 6 anos.
Use a rentabilidade esperada do investimento que você tem em mente. Para comparar, você pode consultar nosso guia do Tesouro Selic e o artigo sobre CDB. Lembre-se de que a rentabilidade real depende do produto, do prazo e das taxas cobradas.
Não. O valor mostrado é bruto e nominal. Imposto de renda, taxas de administração e a perda do poder de compra pela inflação reduzem o ganho efetivo, por isso vale usar uma taxa conservadora nas suas simulações.
Na maioria dos casos, começar cedo pesa mais do que aportar muito depois. Teste na calculadora: mantenha o aporte e aumente o prazo, depois faça o contrário, e compare os montantes finais.
Se você paga juros altos, como no cartão de crédito ou no cheque especial, quitar essa dívida costuma render mais do que qualquer investimento. Veja nosso guia para eliminar dívidas antes de começar a investir.
Depois de simular, descubra qual estratégia combina com você lendo o artigo sobre perfil de investidor ou explore nossa calculadora de investimentos. Se preferir um passo a passo em texto, leia também o artigo Calculadora de Juros Compostos: simule quanto seu dinheiro pode crescer.
Este conteúdo tem caráter educativo e não constitui recomendação de investimento.