Ibovespa Futuro avança após tombo da véspera
O Ibovespa Futuro opera em alta nesta quarta-feira, impulsionado por um ambiente internacional favorável. A aprovação na Câmara do projeto de lei que reduz benefícios fiscais em 10% e inclui a “taxação BBB” (bancos, bets e bilionários) contribui para a movimentação positiva. O contrato com vencimento em dezembro subia 0,20%, atingindo os 157.765 pontos.
Reunião Ministerial e Expectativas nos Mercados
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conduz uma reunião ministerial no mesmo dia em que os mercados internacionais aguardam novos dados dos Estados Unidos e decisões de bancos centrais. A reunião está agendada para as 9h na Granja do Torto.
Cenário Internacional
No Reino Unido, dados de inflação abaixo do esperado reforçam a expectativa de corte de juros pelo Banco da Inglaterra. O Banco Central Europeu também terá uma reunião de política monetária. Nos Estados Unidos, os investidores aguardam o relatório de inflação de novembro.
Mercados Internacionais em Movimento
Em Wall Street, o Dow Jones Futuro, S&P Futuro e Nasdaq Futuro registraram altas. Na Ásia-Pacífico, os mercados fecharam sem uma direção clara, com destaque para o crescimento das exportações japonesas. Na Europa, os mercados operam em baixa devido aos dados de inflação do Reino Unido.
Dólar, Commodities e Exterior
Na Bolsa de Valores brasileira, o contrato de dólar com vencimento próximo apresentou queda. Os preços do petróleo subiram após o presidente dos EUA, Donald Trump, aumentar a pressão sobre a Venezuela. Na China, os preços do minério de ferro fecharam em alta com a retomada das compras pelas siderúrgicas chinesas.
Expectativas para as Reuniões de Bancos Centrais
As decisões do Banco da Inglaterra e do Banco Central Europeu sobre as taxas de juros são aguardadas com expectativa nos mercados internacionais. A previsão é de manutenção das taxas pelo BCE.
O cenário internacional influencia diretamente a movimentação do Ibovespa Futuro, que reage positivamente diante de sinais favoráveis do exterior. Os investidores seguem atentos às decisões dos bancos centrais e aos desdobramentos econômicos que impactam os mercados globais.