Ibovespa recua após atingir máximas e observa cenário de Galípolo e petróleo

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Ibovespa oscila entre alta e baixa após atingir máximas históricas

O Ibovespa começou o dia em alta, superando os 158 mil pontos, impulsionado pela valorização das ações em Nova York e do minério de ferro na China. O otimismo internacional também está ligado à reabertura do governo dos Estados Unidos após a paralisação recorde.

No entanto, o índice reverteu o curso, perdendo os 158 mil pontos, devido ao desempenho negativo do petróleo e à atenção dos investidores voltada para o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Além disso, hoje é o dia do vencimento de opções do Índice Bovespa.

Os investidores reagem a informações como a ata do Copom, que indicou uma postura menos conservadora, e a divulgação do IPCA abaixo das expectativas. A Pesquisa de Serviços, divulgada hoje, também influencia as decisões do mercado financeiro.

Ata do Copom e IPCA geram expectativas de corte da Selic em janeiro

A ata do Copom e o IPCA abrem caminho para apostas em um possível corte da Selic em janeiro. Por outro lado, a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) traz elementos de cautela, com crescimento de 0,6% no volume de serviços prestados em setembro, superando as projeções.

Para Carlos Lopes, do Banco BV, o desempenho da PMS é positivo, destacando o setor de serviços como um dos que mantêm ritmo de crescimento elevado em meio à atividade econômica geral.

Resultados financeiros e balanços em destaque

No cenário dos balanços, a B3 registrou lucro líquido de R$ 1,246 bilhão no terceiro trimestre, com alta em relação ao mesmo período de 2024. Já o Banco do Brasil terá seus números divulgados após o fechamento do mercado.

Enquanto isso, a Pesquisa Genial/Quaest aponta que a aprovação ao governo do presidente Lula teve leve queda, passando de 48% para 47%, com aumento na desaprovação.

Perspectivas para o mercado financeiro no curto prazo

Após fechar em alta pela 15ª sessão seguida, o Ibovespa segue em tendência de alta, com o próximo objetivo apontando para a região dos 165 mil pontos, segundo o Itaú BBA. Atualmente, o índice oscila em torno dos 157.660 pontos, após atingir máximas históricas recentes.

O mercado continua atento a discursos de autoridades do Federal Reserve e ao desenrolar da situação política nos Estados Unidos. Com os altos e baixos do dia, os investidores continuam a monitorar de perto as variáveis que influenciam o cenário econômico nacional e internacional.

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