Ações em destaque: Usiminas, Cosan, Azul, Triunfo, Wilson Sons e outras para ficar de olho hoje

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Usiminas reverte lucro e acumula prejuízo de R$ 3,5 bi no terceiro trimestre de 2025

A Usiminas (USIM5) divulgou um prejuízo líquido de R$ 3,503 bilhões no terceiro trimestre de 2025, revertendo o lucro de R$ 185 milhões do mesmo período no ano anterior.

O resultado negativo foi impactado por uma perda por impairment de ativos de R$ 2,2 bilhões, somado a R$ 1,4 bilhão pela avaliação de recuperabilidade de impostos diferidos. Sem esses efeitos, o lucro líquido teria sido de R$ 108 milhões.

Desempenho financeiro da Usiminas

O Ebitda ajustado atingiu R$ 434 milhões no 3T25, representando um crescimento de 2% em comparação com o mesmo período de 2024, porém, ficando abaixo das estimativas do IBES de R$ 458,7 milhões.

A receita líquida da empresa foi de R$ 6,604 bilhões no terceiro trimestre de 2025, uma redução de 3% em relação ao ano anterior, mas superando levemente os R$ 6,46 bilhões previstos pela IBES.

Oferta pública de ações da Cosan e alavancagem da Azul

Na noite de quinta-feira, a Cosan (CSAN3) aprovou uma oferta pública que incluirá a distribuição primária de 1,45 bilhão de novas ações ordinárias. A quantidade de ações inicialmente ofertadas poderá ser aumentada em até 25%.

Já a Azul (AZUL4) estimou uma alavancagem líquida de 2,5 vezes na saída do processo de recuperação judicial nos EUA, conforme comunicado pela companhia.

Controle da Estapar pelo presidente do BTG Pactual

A participação indireta do presidente do conselho de administração do BTG Pactual (BPAC11), André Esteves, na Estapar, passará de 55,56% para 81,41% do capital social da empresa. O fundo Valbuena, de propriedade de André Esteves, adquiriu a totalidade das cotas do Riverside Fundo de Investimento em Participações.

Por outro lado, a Wilson Sons (PORT3) informou que a SAS Shipping Agencies Services Sàrl, subsidiária da MSC, adquiriu 29,57% do capital social da empresa, totalizando 97,65%, com 2,35% ainda em circulação.

Outras notícias do radar corporativo

A Azevedo & Travassos (AZEV4) comunicou a não realização de oferta pública de aquisição (OPA) das ações ordinárias, mantendo o controle acionário.

Já a Triunfo (TPIS3) registrou um prejuízo líquido de R$ 16,3 milhões no terceiro trimestre de 2025, ampliando o resultado negativo comparado ao mesmo período do ano anterior. A receita líquida ajustada foi de R$ 282,1 milhões, um aumento de 3,4% em relação ao 3T24.

O cenário corporativo segue movimentado com notícias sobre ofertas públicas, desempenho financeiro e mudanças acionárias em diversas empresas listadas. Acompanhar esses eventos é fundamental para investidores e analistas do mercado financeiro.

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